Mais de 240 mancebos engrossam Forças Armadas

 

DUZENTOS e quarenta e três jovens recrutados na cidade de Maputo, para o Serviço Militar, partiram segunda-feira para os centros de treinamento básico de Montepuez, em Cabo Delgado, Nacala, em Nampula, e Catembe, em Maputo, respectivamente.  

Eduardo Lurdes Matine, 21 anos, mecânico-auto, afirmou que deseja cumprir com afinco e determinação os dois anos de serviço militar. Segundo ele, trata-se de um dever de todos os moçambicanos que desejam ver o país a desenvolver e o seu povo a ganhar a tão  almejada prosperidade.

“Ingressar nas Forças Armadas é dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela Geração “25 de Setembro” e pela Geração “8 de Março”, que largaram os seus afazeres para lutar pela causa do povo moçambicano, nomeadamente, a libertação e o desenvolvimento”. 

Segundo afirmou,  a defesa nacional  constitui uma nobre missão e um grande contributo para a luta contra a pobreza, a grande aposta do Governo moçambicano liderado pelo Presidente Armando Guebuza.

“Só com um país estável e seguro é possível combater, com sucesso, a pobreza absoluta”, afirmou Eduardo Matine, para quem estar nas Forças Armadas não é só pegar em armas e lutar mas sim trabalhar na pesquisa de melhores tecnologias para o desenvolvimento industrial, agrícola e de outra índole.

“A tropa é muitas vezes chamada a socorrer desastres naturais e a colaborar para a estabilidade política, social e económica e uma nação”, frisou.

 

 

 

 

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